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  • Redação Santiago

Venda por vídeos: Entregando experiências e não apenas produtos

Hoje com o rápido avanço da globalização e da democratização do ciberespaço a internet se tornou uma grande vizinhança. Onde os indivíduos buscam refúgio em suas bolhas sociais, em outras palavras, em rede o indivíduo busca proximidade com pessoas com discursos, hábitos e perfis de consumos semelhantes. Caso sua marca queira atingir esses grupos e construir a sua presença nesse meio, nada melhor do que investir na venda por voz e vídeo.

Antes de mais nada, temos que entender que na produção audiovisual a voz mexe com nossa imaginação e o vídeo transforma os elementos do roteiro em realidade. No final tudo é sobre gerar empatia e transmitir relações humanas. Partindo desse princípio, se no final tudo é baseado em relações humanas, então deveria ser fácil, correto?


Errado, mas antes vamos entender melhor o nosso atual contexto e cenário. Primeiro, temos que entender que não estamos mais na era dos anúncios da TV e Rádio, não que estes formatos estejam defasados. Porém, hoje temos um maior crescente de volume de público nas redes sociais e no ciberespaço, onde você pode anunciar diretamente para seu público-alvo, e não precisa “atirar” para todos os lados na esperança de atingir uma parte de sua audiência.

Era do Imediato


Como você caro leitor já deve saber, vivemos a era do imediato, onde qualquer informação está a um Google de distância. Então grande parte da audiência na internet é ansiosa e não gosta de aguardar, muito menos quando se tratar de um anúncio entre um vídeo do Youtube ou em alguma rede social.

Mas existem empresas que conseguem prender à audiência acima dos 5 segundos obrigatórios da plataforma, como é o caso do anúncio com o apresentador João Cleber utilizando de seu clássico bordão “PARA! PARA! PARA TUDO!” convidado quem está assistindo ao vídeo para ver o desfecho da situação logo depois do anúncio. Claro que os artifícios utilizando aqui vão além da empatia, temos outros dois fortes elementos utilizados no processo de construção do anúncio, que é o apelo para nostalgia e o uso de memes.


O uso dos populares memes e apelo para a nostalgia ainda são vistos com certo receio por companhias mais tradicionais, que não se permitem acompanhar o movimento da comunicação digital. Mas algumas marcas, como é o caso do Telecine, já entenderam o recado e sabem que o engajamento orgânico de memes consegue trazer mais resultados com menos. Podemos destacar o case da empresa, onde em uma campanha de 25 segundos, o time de marketing da empresa replicou o famoso meme em que uma senhora é engolida pelo portão de uma garagem e inseriu uma “continuação” da cena posterior levando o expectador para o comercial junto da senhora, que antes era apenas um elemento cômico, agora consegue transmitir os valores, serviços e posição do Telecine, e ainda consegue aumentar o número de defensores da marca no ambiente virtual.




Entregue soluções e não apenas produtos


Como já adiantamos no começo deste texto, quando estamos falando de venda por vídeo, estamos falando de ações baseadas em relações humanas. O diferencial é que aqui temos que engajar o público com o conteúdo nos segundos iniciais para fazê-lo decidir se irá gastar o seu precioso tempo acompanhando aquela história ou não. Por isso, nós em quanto entregadores de serviços devemos sempre nos colocar no lugar do cliente.


Isso se aplica antes mesmo de produzir o conteúdo, quais valores você quer transmitir além da venda? você quer conscientizar? Quer apoiar causas sociais? Quem você quer atingir com esse conteúdo? São muitas perguntas que temos que levar em consideração antes de partir para a venda por vídeos.

Na venda por vídeos, o mais importante é termos pessoas vendendo posições acerca de um produto e não "mandando" em tom imperativo a audiência consumir esse ou aquele produto anunciado. Afinal de contas, não é qualquer um que pode ser engolido por um portão e parar numa sala com baldes de pipoca e uma TV com conteúdo do Telecine.




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